SGDB Postgresql com PHP
Por alguns anos mantive a impressão de que o mundo da informática em código aberto girava somente
em torno do Mysql, em termos de SGDBs, pelo simples motivo da escassez de material, tutoriais,
apostilas e livros.
Não tenho nada contra “Mysql”, mas pelo fato do mesmo ser parte de código aberto e parte de código
proprietário, gostaria de migrar de uma vez por todas para o Postgresql.
Para minha surpresa a partir do Postgresql-8.1 e PHP 5 houve uma grande quantidade de bons materiais
para os interessados em programação com essas ferramentas, acessível como livros para serem adquiridos,
E há excelentes forums com pessoal de alto nível e dedicado a orientar em caso de dúvidas.
Acabo, neste momento, de concluir e testar um banco de dados para uma escola, cuja quadro de funcionários,
alunos, bibliotecas, administração geral, pessoal e financeira, bem estoques de produtos de consumo,
e material didático passam a ser controlados por esse banco de dados.
A segurança é um fator que torna a opção por esse SGDB muito inteligente, dado a hierarquia de suas chaves.
Por que a konlinux está abordando esse assunto? Para oferecer informações de que o Mysql não é monopólio,
isto é, ao lado do Mysql tem-se a oportunidade de aprender e testar outros SGDBs.
“Tell me and I’ll forget. Show me, and I may not remember. Involve me, and I’ll understand.” (Native American proverb, tribe unknown)
Darcy – Conhecimento é um bem da humanidade.
XML o que é? O programador de Web Server deve usar essa linguagem?
XML é a linguagem ou padrão mais mencionado na Internet atualmente, por conta de sua simplicidade e organizção. Portanto, os programadores são atraidos ao uso dessa linguagem.
XML é um padrão de mercado, ou seja, não depende de nenhum fabricante, tem sido adotado principalmente para que todos os sistemas que de alguma forma precisam transmitir dados, tivessem um formato padrão para fazê-lo, tendo a certeza de que na outra ponta esas informações seriam perfeitamente entendidas, independente de qual aplicativo ou plataforma esteja sendo executada.
Exemplos:
RSS – formato padrão para publicação de noticias.
Web Services – padrão de publicação de serviços na Internet atualmente.
PodCasts – publicação de arquivos de mídia.
Ajax – tecnologia que permite promover maior interatividade em páginas na Web
(Ajax tem um histórico que vale a pena conhecer, como surgiu, a quem foi presenteado, qual foi a reação do recebedor do mesmo, e, quais os motivos levaram o AJAX a estar hoje onde está. Vale a pena conhecer, até para que você, caro estudante, não proceda dessa forma).
Além desses e outros serviços, praticamente todo tipo de informação que precise ser importada ou exportada por sistemas, sites e portais, usa o padrão XML para sua construção.
Darcy – Conhecimento é um bem da Humanidade.
PHP
PHP: Hypertext Preprocessor”, é uma linguagem de programação de ampla utilização, interpretada, que é especialmente interessante para desenvolvimento para a Web e pode ser mesclada dentro do código HTML. A sintaxe da linguagem lembra C, Java e Perl, e é fácil de aprender. O objetivo principal da linguagem é permitir a desenvolvedores escreverem páginas que serão geradas dinamicamente rapidamente, mas você pode fazer muito mais do que isso com PHP.
Programar para Internet!
Impensável e inaceitável construir páginas sem um banco de dados. Embora, as informações usem a linguagem dos Browsers, a linguagem dos navegadores, e o navegador que se dedica a um monopolio está fadado a se tornar obsoleto em pouco tempo.
A palavra de ordem é Multiplataforma, simplesmente porque o internauta não é fiel esse ou a aquele sistema ou plataforma.
O exemplo foi o HTML5 que nem bem chegou já está esquecido. E já tem um substituto a altura. XHTML, ou XMLNS, DTD etc.
Para auxiliar na comunicação com o banco de dados e integrar com CGI -Common Gateway Interface “API para Web Server, temos o PHP que já alcançou um nível de maturidade excelente.
Na prática os navegadores devem ser chamados de clientes, e as pessoas que o utilizam deveriam ser chamados de operadores.
Depois que se tem a página estruturada é hora de pensar sobre como será a apresentação, em movimento, estática, em quadros, e como expor o conteúdo? Por essas e outras exigências que o iniciante precisa contar com muita garra, estudo, ler e entender bem o idioma inglês,
A linguagem de programação PHP é sem dúvida o elo de lligançaõ entre o banco, os dados, o compudador, o cliente comprador do desenvolvimento do projeto, sem esquecer que a palavra final vem do consumidor, isto é, o internauta é que dá a palavra de aprovação ou rejeição.
O bom site é aquele que está sempre disponível, atualizado, amigável, rápido e com perfeita interação para cumprir o que promete.
Ex. : Se você tem uma sugestão envie agora a sua mensagem e receba no seu email a nossa resposta.
Essa interação, internauta, e navedor revelam que o mundo real exige um mundo virtual muito seguro, ágil e responsável.
Por essa razão o Gerenciador do Banco de Dados tem que ser Postgresql, que além de oferecer confiabilidade não há limite de capacidade de armazenamento, e conta com uma vasta equipe para sua atulização constante.
O mundo mudou e nós mudamos para a internet, a escola, a farmácia, a biblioteca, a música, os bens e serviços tem endereço certo, WebPage.
Darcy – Conhecimento é um bem da humanidade. 05 de janeiro de 2013.
Iniciantes na carreira de programador é saber por onde começar! Qual ferramenta usar, o que estudar!
Quando já tem vivência, como num trabalho em um escritório que desenvolve página para internet, ou trabalha em um empresa como operador de um sistema, ou já lida com emissão de pedidos, ordens de produção ou ordem de compras etc, é possível ter uma idéia sobre como e por onde começar.
A primeira dificuldade é conhecer e saber que existem diversas linguagens de programação, cada uma com suas características específicas e com níveis de complexidade e objetivos diferentes,
Tais como: Linugagem de máquina – única compreendida pelo computador. Específica para cada computador.
Linguagem de Baixo Nível – Utiliza mnemônicos para representar instruções elementares. Ex Assembly.
Linguagens de alto nivel – Utiliza instruções próximas da linguagem humana de forma a facilitar o raciocínio. Ex. para uso científico : Fortran
Para propósito geral – Pascal, C, Basic.
Para uso comercial : Cobol, Clipper
Para uso específico : Lisp, Prolog, Fuzzy.
01- Linguagens de máquina são projetadas levando-se em conta os seguintes espectos:
a- rapidez de execução de programas.
b- custo de sua implantação
c- flexibilidade com que permite a construção de programas de nível mais alto.
02- Linguagem de programação de alto nível são projetadas em função de:
a- facilidade de construção de programas
b- confiabiliade dos programas.
Problema: Como a llinguagem de nível mais alto pode ser implementada em um computador, cuja linguagem é bastante diferente e de nível mais baixo?
Solução: Através da tradução de programas escritos em linguagens de alto nível para a linguagem de baixo nível do computador.
Como: Por meio dos três tipos de programas tradutores – Montadores, Interpretadores, Compiladores.
Um programador tem o mercado de trabalho, o mercado econômico, o mercado de recursos humanos à sua procura. É um profissional que está em constante evolução e valorização pessoal, profissional e intelectual.
O programador: Tem as portas abertas em várias direções de oportunidades.
To date, the SGDB has collected 266 synthetic genes. Searching the database by date reveals that the number of published studies reporting one or more synthetic genes shows a dramatic increase after 1995. This reflects the introduction of ‘assembly PCR’ (the classic methodology of gene synthesis) by Stemmer et al. (4) and suggests that the volume of data available for analysis is likely to increase significantly as further refinements of the synthesis technique continue to emerge [e.g. ‘Simplified Gene Synthesis
Although, the SGDB is a small database at this point of introduction, all indications predict continuing rapid growth in the number and diversity of synthetic genes reported in peer-reviewed literature. In this context, update of the SGDB will be most effective if undertaken by the broadest possible sub-section of the community that is creating new synthetic genes. Therefore, we created web forms for users to submit new records and update existing records in the SGDB. As we continue to enter new data, we undertake to contact researchers to let them know that this database exists and that we encourage a community-wide, distributed development of the data resource.
Ao instalar o PostgreSQL 8.1.4 via fontes ele cria (e alerta) o arquivo pg_hba.conf com autenticação do tipo trust (sem senha mas somente para conexão local).
Para autenticar exigindo um dos tipos com senha, devemos antes, ainda no trust, alterar os usuários adicionando senha:
ALTER ROLE nomeuser WITH PASSWORD ‘senhadopg’;
Somente então devemos alterar o pg_hba.conf para pedir senha e restartar o PostgreSQL.
As configurações principais são feitas nos arquivos pg_hba.conf e postgresql.conf. Se instalado através dos fontes ficam no subdiretório data de instalação do PostgreSQL, normalmente em /usr/local/pgsql. Se instalado via binários da distribuição vai variar com a distribuição. No Slackware estão no diretório /usr/share/postgresql.
O pg_hba.conf controla que máquinas terão acesso ao PostgreSQL e a autenticação dessas máquinas clientes (sem autenticação ou através de outras formas, trust, md5, crypt, etc).
O pg_hba.conf é muito rico e podemos controlar o acesso pelo IP, pela máscara, pelo banco, pelo usuário, pelo método (trust, md5, password, etc).
Resumo sobre o pg_hba.conf
Arquivo de configuração da autenticação dos clientes do PostgreSQL
Este arquivo controla:
- Quais hosts têm permissão de conectar
- Como os clientes são autenticados
- Nomes dos usuários que podem usar
- Quais bancos eles podem acessar
http://pt.wikibooks.org/wiki/PostgreSQL